|
O grupo irlandês U2 e o
organizador de eventos
americano Live Nation
assinaram um acordo de
princípio para um contrato
de 12 anos sobre a gestão
dos shows, produtos
derivados e site da banda,
informou nesta segunda-feira
a empresa com sede em Los
Angeles.
O Live Nation já havia
alcançado um contrato global
de dez anos em outubro
passado com a cantora
Madonna, avaliado em US$ 120
milhões e que abrange todas
as atividades artísticas da
estrela pop.
No momento, não há detalhes
financeiros sobre o contrato
entre o Live Nation e o U2,
que não inclui os direitos
de edição das gravações da
banda, que pertencem ao
grupo Universal.
O U2 foi fundado em 1976 na
Irlanda e, nos anos 1980, se
converteu num dos mais
populares do mundo, com 140
milhões de álbuns vendidos.
O mais recente trabalho da
banda integrada por Bono,
The Edge, Adam Clayton e
Larry Mullen Jr, com
composições novas, foi
How To Dismantle An Atomic
Bomb, que abocanhou
vários Grammy em 2004.
Em novembro de 2006 foi
lançado U218 Singles,
uma compilação dos maiores
sucessos do grupo.
Atriz de 'Juno' canta no 2º
volume da trilha do filme
Dois meses depois da trilha
sonora da comédia Juno
alcançar o primeiro lugar
nas paradas dos Estados
Unidos, um segundo volume
está sendo preparado para
lançamento exclusivamente
digital.
Juno B-Sides:
Almost Adopted Songs
(Juno Lado B: Canções quase
adotadas) é uma coletânea
com 15 músicas, incluindo
uma cantada pela atriz Ellen
Page, que faz no filme a
adolescente que fica grávida
e resolve ter a criança.
Ellen Page, que chegou a ser
indicado ao Oscar de Melhor
Atriz, canta Zub Zub,
canção escrita pela
roteirista do filme, Diablo
Cody, ganhadora do Oscar,
para uma cena que foi
excluída da versão final do
filme. O álbum vai ser
lançado exclusivamente no
iTunes no dia 8 de abril,
com preço sugerido de US$
9,99, disse a distribuidora
Rhino Records.
O disco vai estar disponível
a todos os fornecedores
digitais no dia 13 de maio.
Não há planos de lançamento
físico.
"Nenhuma dessas músicas
entrou no filme, mas todas
são membros essenciais do
universo de Juno,
disse o diretor do filme,
Jason Reitman. A cantora e
compositora Kimya Dawson,
cuja música chamou a atenção
no filme e na primeira
trilha sonora, está de volta
com mais duas faixas. Uma
delas é a cover de All I
Want is You, a
melancólica canção que toca
durante os créditos iniciais
do longa.
O homem por trás desta
música, o artista Barry
Louis Polisar, também
reaparece, assim como a
banda escocesa Belle and
Sebastian e Buddy Holly.
A trilha sonora está repleta
de bandas indie como Yo La
Tengo e Jr. James & The Late
Guitar, assim como o grupo
feminino The Bristols, de
Boston, o trio mexicano Los
Panchos e o ícone da bossa
nova Astrud Gilberto.
A trilha sonora original de
Juno chegou ao
primeiro lugar da parada
Billboard 200 em janeiro.
Estrela de 'Hannah Montana'
é aclamada em premiação
Estrela da série da Disney
Hannah Montana, a
cantora e atriz Miley Cyrus,
15 anos, foi a grande
premiada na 21ª edição do
Kids Choice Awards 2008,
realizado na tarde do último
sábado, na Califórnia,
Estados Unidos.
Miley cantou o sucesso
G.N.O - Girls Night Out
para uma platéia formada por
crianças e adolescentes.
A jovem faturou os prêmios
de melhor atriz em série de
televisão e melhor cantora
no Kids Choice Awards 2008.
Também figuram na lista dos
vencedores da noite Johnny
Depp, Eddie Murphy, Jessica
Alba e Cameron Diaz, entre
outros. Veja a lista dos
vencedores na categoria
música:
Melhor Grupo
Musical
Jonas Brothers
Melhor
Cantora
Miley Cyrus
Melhor Cantor
Chris Brown
Melhor Música
Girlfriend (Avril Lavigne)
Barão Vermelho refaz foto
clássica
Reunidos na Lapa, no cenário
da foto histórica da capa do
LP Maior Abandonado
(1984), Guto Goffi, Dé e o
tecladista Maurício Barros,
outro fundador do Barão
Vermelho, lembraram o
encontro com Cazuza que
mudou a vida de todos.
"Éramos café com leite,
garotos de colégio, e ele já
na doideira. Foi a cereja
carismática no bolo do
Barão", lembrou Maurício, 43
anos, parceiro de Cazuza e
Guto na seminal Billy
Negão.
"Rock, Dolores Duran,
Lupicínio Rodrigues, isso
tudo na cabeça dele era
igual. E não tinha erro.
Você mandava a melodia e, na
manhã do dia seguinte, ele
te acordava cantando a
música pronta. Um amigo que
faz uma falta terrível",
completou Dé.
Guto Goffi, o único
baterista na história da
banda, imaginou: "Se Cazuza
estivesse na área,
certamente teria feito novas
turnês com o Barão. Sua
poesia não tem igual, é
navalha que agride, corta,
fere."
Autor do livro biográfico
Barão Vermelho - Por Que A
Gente É Assim, com Guto
e Ezequiel Neves, o
jornalista Rodrigo Pinto
opina: "Em sua geração,
Cazuza citava menos e
digeria mais suas infl
uências. Escrevia em
linguagem direta, sem
blablablá. Uma poesia de 'messenger',
nesse sentido,
contemporânea."
A mãe de Cazuza, Lucinha
Araújo, que dirige a
Sociedade Viva Cazuza -
referência internacional no
tratamento a portadores do
vírus da aids - afirma: "Ele
é insubstituível não apenas
no meu coração, mas no
Brasil. Todo ano celebro
missas de nascimento e
morte, e um padre já me
pediu licença e cantou
Codinome Beija-Flor na
igreja", conta Lucinha.
R.E.M. diz que novo trabalho
permite reencontro com
composições
O líder do grupo R.E.M.,
Michael Stipe, acredita que
seu novo disco,
Accelerate, permitiu ao
grupo se reencontrar "como
grandes compositores" assim
como refletir sobre como
conseguir que um disco "não
seja bom, mas magnífico".
Stipe explicou hoje à
Agência Efe em Berlim que
Accelerate, um álbum com
11 faixas e 34 minutos de
duração, reflete o "ritmo
frenético da vida atual",
com um som ditado "pelo
próprio processo" de criação
já que foi gravado em apenas
seis semanas entre Vancouver
(Canadá), Dublin (Irlanda) e
na cidade natal do cantor,
Athens (Estados Unidos).
O R.E.M. rompe assim quatro
anos de silêncio criativo,
sem temas inéditos desde
Around The Sun (2004),
com uma crítica radiográfica
do século XXI, ao que suas
letras definem como um
adolescente um pouco
perdido. "Não está claro
para mim o que representa
este século", acrescentou
Stipe.
Accelerate
já gerou antes de seu
lançamento uma grande busca
na Internet, pois já foi
posto há vários dias à
disposição dos fãs
incondicionais do grupo,
através de portais como
iLike, e seus
videoclipes, também
colocados na rede, permitem
aos admiradores manipulá-los
e editar suas próprias
imagens.
"A tecnologia não é o
inimigo. É uma ferramenta e
devemos deixar que trabalhe
em nosso benefício e não em
nosso prejuízo", assegurou
Mike Mills, de baixa do
grupo, destacando que eles
foram a primeira "grande
banda" a "derrubar esse
muro" que os separava de seu
público. Mills defendeu a
interação de forma cada vez
mais estreita com o público
e, na medida do possível,
eliminar os intermediários
que separam os músicos de
seu público.
Os criadores de sucessos
como Man on the moon
e Losing my religion
romperam uma nova barreira
com este álbum, ao conciliar
a gravação em Dublin com uma
série de cinco concertos com
seus próprios temas ainda
inacabados.
"Estávamos completamente com
medo de apresentar canções
que só estavam escritas em
três de quatro partes",
explicou o cantor, para quem
esse primeiro contato
proporcionou "um novo
enfoque" sobre si mesmos.
Esses "testes" ao vivo
permitiram a eles
identificar "imediatamente"
quando um verso ou um acorde
não funcionava, assim como
envolver o público no
processo de criação "mais
transparente".
Sobre os projetos futuros da
banda, o guitarrista, Peter
, assegurou que
Accelerate "abriu uma
porta" para uma grande
viagem e a novos álbuns de
qualidade.
Perguntados se eles se vêem
fazendo shows dentro de 25
anos, ao estilo dos Rolling
Stones, o guitarrista Peter
Buck respondeu que então
"provavelmente esteja
morto", mas acrescentou que
espera "fazer muito boa
música até então".
Buck se mostrou reservado
sobre o apoio da banda ao
partido democrata nas
próximas eleições americanas
- o próprio Stipe exibiu
recentemente uma camiseta em
apoio a Barack Obama - e
afirmou que a pré-campanha
está funcionando muito bem
sem eles.
O álbum número 14 do R.E.M.
inclui temas potentes como
Living well is the best
revenge e Accelerate,
assim como canções mais
melódicas como Hollow man
e outras mais próximas à
eletrônica, como I'm
gonna DJ, composta
durante a criação de
Around the sound, mas
inédita até este trabalho.
RBD volta ao Brasil para
show em maio na capital
paulista
Os mexicanos do RBD voltam a
São Paulo para apresentação
única no Via Funchal no dia
10 de maio. A informação foi
confirmada pela casa de
shows, mas a venda de
ingressos só deve começar na
tarde desta quinta-feira.
O grupo se apresentou na
cidade em abril do ano
passado com as canções do
álbum Celestial, que
vendeu mais de 8 milhões de
cópias.
O novo trabalho da banda,
que deve ser a sensação do
show na capital paulista, é
o álbum Empezar Desde
Cero.
Ainda não há informações
sobre shows do RBD em outras
cidades do Brasil. No ano
passado, os mexicanos se
apresentaram também em Porto
Alegre, Brasília e Criciúma.
Mulher Moranguinho substitui
Mulher Melancia no Créu
Ellen Cardoso é a Mulher
Moranguinho, substituta da
Melancia, Andressa Soares,
no grupo do MC Créu. Ela é
fã do Créu e foi descoberta
em show no último sábado, em
São Paulo.
Ellen dançava na platéia com
o filho de 9 anos, quando
foi vista pela Mulher Jaca,
Daiane Cristina, que logo
avisou o cantor. "Fiquei de
bobeira vendo e a chamei pro
show", conta Créu. No
domingo, Ellen aprendeu as
coreografias com a Mulher
Jaca e já se apresentou.
A paulistana tem 26 anos, é
ex-dançarina do grupo de axé
Swing Baratinha e fazia
striptease no programa da
Record Melhor do Brasil.
|